Ai que saudade menina
Saudade essa sem fim
Saudade daqueles dias
Que tinha você junto à mim
E na infância esuqecida
Sem preocupação ou derrota
Vivíamos felizes da vida
Feito o cantar da gaivota
De uma certa noite
Ainda tenho visão
Ficamos até bem tarde
A ver televisão
Sobre o filme, ainda sei falar
Mas a nossa vontade
Era ver o sol raiar
Esse poema é pra ti
De ti nunca me esqueço
Do meu pensamento não sai
E sei que no teu permaneço
11/10/2012
Querer aprender, adquirir conhecimento e cultura pode tornar-se um vício. Cuidado,pois, como eu li em algum lugar isso pode ser altamente prejudicial à sua ignorância!
O Disfarce
Cansado da sua beleza Angélica, o Anjo vivia ensaiando caretas diante do espelho. Até que conseguiu a obra-prima do horror. Veio, assim, dar uma volta pela terra. E Lili, a primeira meninazinha que o avistou, põe-se a gritar da porta para dentro da casa: "Mamãe! Mamãe! Vem ver como o Frankstain está bonito hoje!". Mário Quintana
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